BARREIRENSE»» Pedro Amora no rescaldo do empate obtido em Almada

Técnico promete continua a lutar até ao fim tanto no campeonato como na Taça…

“PODEM TER A CERTEZA QUE NÃO VAMOS BAIXAR OS BRAÇOS”

“Sabíamos das dificuldades que iríamos encontrar. Uma equipa que precisa de pontos, num campo impraticável, aliado à  chuva e ao vento que se fez sentir, tornou a nossa missão ainda mais difícil.

Fomos obrigados a jogar de uma forma que não é a nossa, jogando um futebol muito directo na tentativa de queimar etapas, uma vez que era impossível sair em construção. 

O Almada  através de uma bola parada acaba por fazer golo, numa altura em que estamos com menos um jogador em campo, tornando o jogo ainda mais complicado. Não baixámos os braços e fomos à procura do golo, que acontece já perto do intervalo.

Entrámos na segunda parte com a disposição de ganhar o jogo, instalámo-nos no meio campo do Almada, fomos criando alguma situações para poder finalizar e o Almada através de saídas rápidas e bolas paradas ia tentando incomodar. Numa bola parada temos uma má abordagem ao lance e sofremos o segundo golo. Alterámos a equipa, passámos a ter mais homens na frente mas o melhor que conseguimos foi chegar ao empate, com um bom golo do Carlitos.


Em suma um jogo atípico, que vai contra a natureza desta equipa, ao qual não nos conseguimos adaptar mas  que não abala em nada o que temos feito desde o início até aqui: 23 jogos, 18 vitórias, três empates e duas derrotas, 62 golos marcados e 25 sofridos, sendo uma dúzia de penalti.

Apenas dizer que tenho ao meu dispor um grupo fantástico de homens, que merece ser acarinhado, que desde o primeiro dia de trabalho tem mostrado um carácter enorme, que com todas as dificuldades que tem no dia-a-dia, mais as que vão impondo durante os jogos, têm sido uns autênticos guerreiros, estando numa posição em que muitas equipas investiram para estar  (e não estão),  e no fundo tendo dado muito mais do que aquilo que tem recebido até hoje.

Faltam 13 jogos e a taça, podem ter a certeza que não vamos baixar os braços”.



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