CO MONTIJO»» Entrevista ao novo treinador, Fábio Rego - JORNAL DE DESPORTO

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sexta-feira, 31 de julho de 2026

CO MONTIJO»» Entrevista ao novo treinador, Fábio Rego

Preparação da nova época começou na passada segunda-feira ...

 


“TEMOS DE SER UMA EQUIPA FORTE, COMPETITIVA, UNIDA, RESILIENTE E DETERMINADA EM DEFENDER OS INTERESSES DO CLUBE


 


Treinador diz que a ideia passa por entrar em todos os jogos com o objetivo de lutar pela conquista dos 3 pontos, independentemente de quem seja o adversário.


 


O Clube Olímpico do Montijo é, por norma, um clube que joga sempre para os primeiros lugares. Na época passada terminou a 1.ª Divisão Distrital em segundo lugar e chegou à final da Taça AF Setúbal.  



Esta época a equipa surge com um novo treinador mas ambição é coisa que não lhe falta.  O  clube resolveu apostar em Fábio Rego, de 39 anos, que nas duas últimas épocas esteve no comando técnico da equipa de juniores do Amora no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão. O bom trabalho realizado despertou a atenção dos montijenses. O convite foi feito, ambas as partes chegaram a acordo e o trabalho no Campo da Liberdade já decorre desde a passada segunda-feira, 27 de julho.

 

Assumiu o comando técnico do Olímpico do Montijo. Este é o projeto mais arrojado da sua carreira de treinador?

Na forma como vejo a vida e o futebol, penso que qualquer contexto ou vivência onde estamos inseridos terá sempre a sua importância e responsabilidade. Não fugindo ao tema da questão, sinto que este pode ser o projeto com maior nível de exigência e responsabilidade que tive até hoje, muito pela envolvência e história do clube.

 


O CO Montijo a época passada ficou em segundo lugar e foi à final da taça associativa. O seu objetivo passa por fazer melhor?

O nosso objetivo inicial passa por mostrar trabalho, em conjunto com os jogadores e estrutura. Só existe uma forma de o fazer, é estarmos focados, determinados, com um máximo compromisso, lealdade em todos os momentos do nosso dia-a-dia e claro respeitando as funções e tarefas de todos à nossa volta. Sabemos que saíram ativos importantes do clube, que estiveram ligados aos momentos da época anterior, mas as épocas e os planteis nunca são iguais. Todos os anos existem entradas e saídas. Mediante essas situações e atendendo que os nossos adversários estão a fazer investimentos muito fortes, acredito vivamente que será um campeonato extremamente competitivo e exigente para todos.

 


O que lhe foi pedido pelo clube?

O que nos foi solicitado para esta época desportiva, pelo presidente e estrutura diretiva, é que temos de ser uma equipa forte, competitiva, unida, resiliente e determinada em defender os interesses do Clube Olímpico do Montijo. Vamos entrar em todos os jogos para lutar pelos 3 pontos, independentemente de qual seja o adversário. Estes são os pontos e os objetivos para a época.

 


Sente-se à altura da responsabilidade?

Sinto uma honra e um orgulho imenso por fazer parte deste projeto e deste enorme clube. Todos os dias temos crescido em pequenas coisas. Estamos num contexto onde temos de dar o que temos e o que não temos. É desta forma que encaro esta responsabilidade.

 


A passagem pelos juniores do Amora serviu de trampolim para este convite? 

Não sei se esse foi o fator preponderante na escolha do presidente e estrutura diretiva. De certa forma, olhando para o clube, para o contexto onde estava inserido e sabendo da exigência que é trabalhar em campeonatos nacionais, acredito que tenha sido um dos pontos de avaliação.

 


Tem andado essencialmente pelos escalões de formação. Treinar uma equipa sénior era um dos seus objetivos? 

É verdade, maioritariamente tenho estado inserido em contextos de formação, contudo, tive o gosto de ter passado em 2 contextos de futebol sénior, o primeiro no GD Sesimbra, no ano da conquista do campeonato da 2 divisão distrital e o segundo no Casa Pia AC no primeiro ano em que foi formada a equipa B. Desde o primeiro momento que ingressei nesta carreira de treinador, o objetivo principal sempre foi o de treinar o escalão sénior porém, antes de assumir uma equipa, delineei que teria de adquirir o máximo de cursos possíveis, passar por todos os contextos, escalões e funções, aumentando o maior número de vivências e conhecimentos de modo a chegar ao atual contexto com uma visão diferente.

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