ALCOCHETENSE»» Críticas à arbitragem no jogo com o Fabril

Treinador Victor Conceição pede igualdade de critérios…

“PARECE QUE ANDAMOS A LUTAR COM ARMAS DIFERENTES”


O Grupo Desportivo Alcochetense ficou inteiramente desagradado com a actuação da equipa de arbitragem que dirigiu no passado domingo o jogo com o Desportivo Fabril, realizado no Estádio Alfredo da Silva, a contar para a 2.ª jornada da Série B da Taça AF Setúbal.

Victor Conceição, treinador do Alcochetense, diz que “apesar da superioridade do adversário, o jogo apenas foi desbloqueado com um penalty em que a bola bate claramente na cara do defesa Márcio Dias e o árbitro marca mão”.  


Jogo foi  desbloqueado apenas com um penalty em que a bola bate claramente na cara do Márcio Dias.

Depois, acrescentou: “o 2-0 nasce de uma falta claríssima sobre o Paulo Nunes, que é empurrado pelas costas. O árbitro deixa passar e o avançado do Fabril entra na área sozinho para fazer o golo”.


No segundo golo o Paulo Nunes é empurrado pelas costas.

E, continuando a abordar o assunto Victor Conceição realça o facto de a sua equipa ter atirado uma bola à barra e refere que “ainda tivemos uma bola em que o Daniel Correia na cara do guarda-redes do Fabril é empurrado dentro da área e o árbitro nada assinala”.

Para além de tudo isto, o treinador do Alcochetense acrescentou que ”o Fabril levou o jogo todo a ‘matar’ os nossos contra-ataques mal recuperávamos a bola e poucos foram os amarelos exibidos nessas situações. Sem tirar mérito ao adversário pela sua qualidade, é óbvio que assim tudo fica mais complicado porque a equipa de arbitragem dificulta ainda mais, ao desequilibrar a balança. Falo assim porque tenho imagens vídeo que mostram e comprovam estes lances”.

Adversários deste calibre não têm necessidade deste tipo de ajudas.

“Sem colocar em causa o valor do Fabril sinto que adversários deste calibre não têm a mínima necessidade deste tipo de ajudas. Parece que andamos a lutar com armas diferentes. O que nós pedimos é critérios iguais.”

E, a finalizar referiu que “já na semana passada no jogo com o Sesimbra fomos prejudicados. Nesse jogo o Pelé (Sesimbra) devia ter sido expulso aos 20 minutos mas o árbitro decidiu perdoar, porque era muito cedo e depois expulsou o Gaspar Penetra por uma situação igual, aos 75 minutos. Não posso concordar com este tipo de critérios desiguais. Uma expulsão tanto pode ser feita ao minuto 1 como depois dos 90. Para além disto ficou também por marcar um penalti contra o Sesimbra, aos 90+2’. Enfim, em dois jogos efectuados temos razão de queixa em ambos”, rematou. 

Share on Google Plus