UNIÃO DE SANTIAGO»» Fortes críticas à arbitragem em Palmela

Álvaro Mendes revoltado com o que se passou…

“O ÁRBITRO TEVE INFLUÊNCIA DIRECTA NO RESULTADO, JOGÁMOS CONTRA 14”

O U. Santiago perdeu na sua deslocação a Palmela na primeira jornada do campeonato mas a derrota foi muito difícil de digerir por parte da equipa alentejana que acusa a equipa de arbitragem de ter cometido demasiados erros, sempre em seu prejuízo.
O treinador da equipa, Álvaro Mendes, em declarações ao nosso jornal não escondeu o seu descontentamento.    
“Em primeiro lugar quero dar os parabéns aos meus jogadores pela forma como jogaram. Na primeira parte fomos a única equipa que criou perigo e aquela que quis ganhar o jogo. O Palmelense limitou-se a defender, mas contra factos não há argumentos. Desta vez jogámos claramente contra 14. O Palmelense não tem culpa mas a verdade é que o árbitro teve influência directa no resultado pelo cartão vermelho que mostrou, pelo penalti que marcou e por aquele que ficou por marcar contra o adversário, teve uma dualidade de critérios inacreditável, foi uma arbitragem muito má.
Na segunda parte, mesmo com 10 jogadores, fomos a melhor equipa até sofrer o segundo golo porque o terceiro (que é um grande golo) marcado de livre directo já foi marcado quase a acabar. Sentimos que era impossível fazer melhor porque não nos deixaram. Com todo o respeito pelo Palmelense, este era um jogo que, de 11 para 11, poderíamos ter ganho com relativa facilidade.
Nos últimos jogos que temos feito os resultados não têm sido os melhores mas já ao mesmo não posso dizer das exibições. Neste jogo estivemos muito bem, demos uma excelente resposta e tivemos momentos de grande qualidade, especialmente na primeira parte. Mas, é como digo, assim é impossível. Houve claramente alguém que quis ser a figura do jogo e que mostrou sempre que não queria que o U. Santiago ganhasse, porque cometeu erros demasiado graves. Por muito pouca experiência que tenha, o árbitro não pode fazer aquilo que fez. O observador que lá esteve certamente vai-me dar razão”.


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