2.ª DIVISÃO DA AF SETÚBAL»» O impasse continua

Conselho Jurisdicional devolveu o processo…


CONSELHO TÉCNICO TEM AGORA QUATRO DIAS PARA DECIDIR


Passou mais uma semana e tudo continua na mesma no que respeita ao protesto apresentado pelo Águas de Moura relativo ao jogo com o Quintajense.

Pelo que conseguimos apurar o Conselho de Jurisdição voltou a dar razão ao protesto do Águas de Moura e deu mais quatro dias ao Conselho Técnico para se pronunciar e analisar os regulamentos, coisa que até agora se tem recusado a fazer. Quer isto dizer que o Conselho Técnico tem que dar uma resposta até à próxima quinta-feira, último dia do prazo.

Pelo que sabemos esta é uma situação que está a causar um grande mal-estar entre os clubes da 2.ª Divisão Distrital porque estão há imenso tempo sem competir e ainda não sabem quando o voltam a fazer na fase decisiva. E em causa parece estar também o habitual torneio complementar.


Em Águas de Moura o descontentamento é grande principalmente pela demora na resolução do problema, que surgiu no dia 3 de Fevereiro.

O Conselho Técnico da AF Setúbal foi célere, atropelando os regulamentos, quando foi o caso do Cercal ter faltado ao jogo com o Quintajense, mandando repetir o jogo, à margem de tudo e de todos. Agora, que tem duas decisões do Conselho de Jurisdição a mandar analisar e repetir o jogo, nada faz e assobia para o ar. O que move o Conselho Técnico da AF Setúbal, é caso para duvidar e perguntar”, adiantou ao nosso jornal fonte próxima do clube.

A mesma fonte adiantou ainda que “o Conselho Técnico da AF Setúbal parece que tem dois pesos e duas medidas. Dois meses para resolver um erro do árbitro, que ninguém tem dúvidas. E no caso do Cercal, que não se enquadra dentro de qualquer regulamento, foi resolvido de imediato”.

O CT está a prejudicar todos os clubes, especialmente os que fizeram grandes investimentos, a própria Associação está a perder receita com a paragem do campeonato e a maioria dos clubes já não vai participar no complementar. Não coloquem as culpas no Águas de Moura, nós apenas denunciámos uma irregularidade”.


Share on Google Plus